O Tribunal Superior Eleitoral apresentou o relatório técnico de encerramento do Teste Público de Segurança (TPS) dos equipamentos de votação eletrônica.

Durante cinco dias ininterruptos de testes controlados, especialistas de universidades públicas federais e técnicos credenciados submeteram o software e o hardware das urnas a dezenas de planos de ataque simulados.

Todos os procedimentos foram acompanhados por observadores da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Procuradoria Eleitoral e técnicos dos partidos políticos com representação no Congresso.

O relatório final confirmou a robustez da criptografia de ponta a ponta e a eficácia das camadas físicas de proteção da memória de votação.

O presidente da corte destacou que a transparência e o escrutínio público contínuo são o maior patrimônio da democracia brasileira.